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Mostrando postagens de março, 2021
Uma carta, um poema, uma cartão postal, um verso. Pena, lá se vão... Do alto avistam-se os prédios, de baixo, Os transeuntes perdidos em seus celulares.  Em seus mini mundos. Mundos? Terra plana... Onde estamos? Precisamos mesmo ser estudados! O planeta pirou. A lua continua lá, o sol também. A artista e A malabarista. Não existe o lado B Não existe o outro lado da moeda Oh, Glória! Duas Deusas, duas! Una, a mulher sola. A mulher que chora Mas ergue-se e encontra seu rumo Que rumo? Que des-governo? Basta! Não quero!  Foi demais Machucou.  
  FOGUEIRA DAS VAIDADES  Que os tempos são sombrios, sabemos. Que as dores estão estancadas, escancaradas… O domínio do mal prevalece? Apaga-se a luz Fim do primeiro ato. Seguidores? Que tempos são esses em que seguidores significa status? Status do quê? Para quem? Qual é, de fato,  o sentido dessa vitrine? Quando foi que nos perdemos em nós mesmos sem olhar o outro? De que serve tudo isso? Por quê? Pra quem? Não grito por ajuda, grito por socorro? Mas minha voz é rouca O meu canto… de nada serve. Estamos a serviço de quem, afinal? Animal? Somos! Os mais vorazes, capazes de destruir tudo o que nos propomos. Por favor, onde foi que erramos? Onde? Onde? Quando foi que deixamos de olhar nos olhos do próximo? Especulação, jogo, sujeira. Tudo sempre varrido para debaixo do tapete! Sim, sigo. Mas de que me importa? Cadê minha voz? Queria gritar!  Vamos todos juntos soltar o ar e respirar.